{"id":4771,"date":"2026-05-13T10:01:08","date_gmt":"2026-05-13T13:01:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sorting.com.br\/blog\/?p=4771"},"modified":"2026-05-13T10:01:08","modified_gmt":"2026-05-13T13:01:08","slug":"tendencias-inteligencia-artificial-empresas-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sorting.com.br\/blog\/tendencias-inteligencia-artificial-empresas-2026","title":{"rendered":"5 tend\u00eancias de intelig\u00eancia artificial para empresas em 2026"},"content":{"rendered":"<h3>Estudo do IBM Institute for Business Value mostra como agentes de IA, decis\u00f5es em tempo real, soberania tecnol\u00f3gica e ecossistemas devem influenciar a competitividade empresarial.<\/h3>\n<p>A intelig\u00eancia artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar parte da estrutura de decis\u00e3o das empresas. Em 2026, segundo o estudo \u201c5 Tend\u00eancias para 2026\u201d, do IBM Institute for Business Value (IBV), organiza\u00e7\u00f5es de grande porte devem lidar com um ambiente em que a capacidade de agir r\u00e1pido, coordenar tecnologias e governar dados ter\u00e1 impacto direto na competitividade.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio descrito pelo levantamento combina tr\u00eas press\u00f5es principais: avan\u00e7o acelerado da IA, instabilidade econ\u00f4mica e necessidade de respostas em tempo real. Na pr\u00e1tica, isso significa que empresas n\u00e3o poder\u00e3o depender apenas de processos lentos, an\u00e1lises isoladas ou estruturas tecnol\u00f3gicas pouco integradas. A disputa por efici\u00eancia passa a envolver <strong>autonomia operacional, confian\u00e7a, soberania tecnol\u00f3gica e colabora\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Entre executivos brasileiros, a percep\u00e7\u00e3o \u00e9 ao mesmo tempo otimista e exigente. O estudo aponta que 93% avaliam de forma positiva o desempenho futuro de suas organiza\u00e7\u00f5es, mas 82% acreditam que perder\u00e3o vantagem competitiva se n\u00e3o conseguirem operar em tempo real. Essa combina\u00e7\u00e3o ajuda a entender por que a IA aparece menos como uma aposta distante e mais como um elemento de gest\u00e3o para o curto prazo.<\/p>\n<p>A seguir, veja cinco tend\u00eancias de intelig\u00eancia artificial que devem ganhar for\u00e7a nas empresas em 2026, com base nos pontos destacados pelo levantamento.<\/p>\n<h2>1. IA ag\u00eantica entra no centro das opera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>A IA ag\u00eantica \u00e9 uma das tend\u00eancias mais relevantes apontadas pelo estudo. Diferentemente de sistemas que apenas respondem a comandos pontuais, agentes de IA s\u00e3o desenhados para executar tarefas com maior autonomia, coordenar etapas de processos e apoiar decis\u00f5es em ambientes din\u00e2micos.<\/p>\n<p>No Brasil, 65% dos executivos afirmam que agentes de IA j\u00e1 contribuem para decis\u00f5es mais r\u00e1pidas e qualificadas. O dado indica que essa tecnologia n\u00e3o est\u00e1 limitada a testes experimentais. Ela come\u00e7a a aparecer em \u00e1reas ligadas a planejamento, an\u00e1lise de cen\u00e1rios, aloca\u00e7\u00e3o de recursos e resposta a mudan\u00e7as de mercado.<\/p>\n<p>O ponto central \u00e9 que a IA passa a atuar como parte do fluxo operacional. Em vez de ser acionada apenas para gerar relat\u00f3rios, ela pode acompanhar indicadores, identificar desvios, sugerir caminhos e apoiar equipes na defini\u00e7\u00e3o de prioridades. Isso altera a forma como as empresas distribuem trabalho entre pessoas, sistemas e processos.<\/p>\n<h3>O que muda com agentes mais aut\u00f4nomos<\/h3>\n<p>Segundo o levantamento, 75% dos l\u00edderes brasileiros esperam que agentes de IA atuem de forma independente at\u00e9 o fim de 2026. Essa expectativa aponta para uma mudan\u00e7a importante: a autonomia tecnol\u00f3gica deixa de ser uma ideia abstrata e passa a exigir regras claras de governan\u00e7a.<\/p>\n<p>Quanto mais independentes forem esses agentes, maior ser\u00e1 a necessidade de definir limites de atua\u00e7\u00e3o, crit\u00e9rios de valida\u00e7\u00e3o e mecanismos de supervis\u00e3o. A empresa precisa saber quais decis\u00f5es podem ser automatizadas, quais exigem revis\u00e3o humana e quais devem permanecer sob responsabilidade direta de gestores.<\/p>\n<p>Esse movimento tamb\u00e9m exige integra\u00e7\u00e3o com sistemas j\u00e1 existentes. Um agente de IA s\u00f3 gera valor se conseguir trabalhar com dados confi\u00e1veis, acessar informa\u00e7\u00f5es relevantes e operar dentro de processos bem desenhados. Sem isso, a autonomia pode aumentar a complexidade em vez de reduzir o atrito operacional.<\/p>\n<h2>2. Decis\u00f5es em tempo real viram requisito competitivo<\/h2>\n<p>A velocidade aparece como um dos temas mais fortes do estudo. Em mercados vol\u00e1teis, a capacidade de decidir rapidamente pode separar empresas que reagem a mudan\u00e7as daquelas que apenas percebem o problema quando ele j\u00e1 afetou resultados.<\/p>\n<p>Entre os executivos brasileiros, 98% afirmam que precisam decidir de forma cada vez mais r\u00e1pida para sustentar o desempenho em ambientes competitivos. Esse dado mostra que a agilidade n\u00e3o \u00e9 vista apenas como ganho operacional, mas como condi\u00e7\u00e3o para manter relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A IA tem papel direto nessa transforma\u00e7\u00e3o porque permite analisar grandes volumes de dados, identificar padr\u00f5es e apoiar decis\u00f5es com menor intervalo entre informa\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 especialmente importante quando a empresa precisa lidar com mudan\u00e7as na demanda, rupturas em cadeias de fornecimento, varia\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas ou movimentos de concorrentes.<\/p>\n<h3>O desafio n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 tecnologia<\/h3>\n<p>Operar em tempo real n\u00e3o depende apenas de comprar novas ferramentas. A empresa precisa revisar processos, reduzir barreiras internas e criar modelos de decis\u00e3o mais claros. Se os dados est\u00e3o dispersos, se cada \u00e1rea trabalha com m\u00e9tricas diferentes ou se aprova\u00e7\u00f5es passam por muitas camadas, a IA ter\u00e1 dificuldade para entregar velocidade de fato.<\/p>\n<p>Por isso, a tend\u00eancia envolve uma combina\u00e7\u00e3o de tecnologia e desenho organizacional. A intelig\u00eancia artificial pode acelerar an\u00e1lises, mas a empresa precisa estar preparada para agir com base nelas. Isso inclui definir responsabilidades, indicadores priorit\u00e1rios e protocolos para situa\u00e7\u00f5es de alta press\u00e3o.<\/p>\n<p>O dado de que 82% dos l\u00edderes no pa\u00eds acreditam que perder\u00e3o vantagem competitiva caso n\u00e3o consigam operar em tempo real refor\u00e7a essa urg\u00eancia. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas fazer mais r\u00e1pido, mas criar estruturas capazes de transformar informa\u00e7\u00e3o em a\u00e7\u00e3o com consist\u00eancia.<\/p>\n<h2>3. Soberania de IA ganha espa\u00e7o na estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios<\/h2>\n<p>A soberania de IA aparece no levantamento como uma prioridade estrat\u00e9gica para 2026. O conceito envolve a capacidade de controlar e governar dados, modelos, sistemas e infraestrutura tecnol\u00f3gica ao longo do ciclo de uso da intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p>Entre os executivos brasileiros, 85% afirmam que a soberania de IA precisa ser incorporada \u00e0s estrat\u00e9gias de neg\u00f3cio at\u00e9 2026. Isso mostra que o tema deixou de ser restrito a \u00e1reas t\u00e9cnicas, jur\u00eddicas ou de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o. Ele passa a fazer parte da discuss\u00e3o sobre crescimento, risco e competitividade.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, soberania significa saber onde os dados est\u00e3o, como s\u00e3o processados, quem tem acesso, quais modelos s\u00e3o utilizados e quais depend\u00eancias tecnol\u00f3gicas sustentam a opera\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m envolve garantir que a empresa tenha capacidade de auditar, corrigir e adaptar sistemas de IA de acordo com suas necessidades e responsabilidades.<\/p>\n<h3>Depend\u00eancia tecnol\u00f3gica entra no radar<\/h3>\n<p>O estudo mostra que 56% dos executivos brasileiros demonstram preocupa\u00e7\u00e3o com a depend\u00eancia excessiva de recursos computacionais concentrados em determinadas regi\u00f5es. Esse ponto revela uma inquieta\u00e7\u00e3o ligada \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de infraestrutura e \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o a riscos externos.<\/p>\n<p>Empresas que dependem demais de poucos fornecedores, regi\u00f5es ou ambientes tecnol\u00f3gicos podem enfrentar limita\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00f5es de instabilidade, restri\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias, falhas de disponibilidade ou mudan\u00e7as de custo. A soberania de IA busca reduzir esse tipo de vulnerabilidade por meio de escolhas mais conscientes sobre arquitetura, governan\u00e7a e parceiros.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o significa que todas as organiza\u00e7\u00f5es precisar\u00e3o construir tudo internamente. O ponto \u00e9 ter clareza sobre depend\u00eancias e capacidade de gest\u00e3o. Em muitos casos, a estrat\u00e9gia envolver\u00e1 uma combina\u00e7\u00e3o de infraestrutura pr\u00f3pria, servi\u00e7os de terceiros, modelos especializados e pol\u00edticas internas de governan\u00e7a.<\/p>\n<h2>4. Confian\u00e7a na IA passa a influenciar produtos e servi\u00e7os<\/h2>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de IA n\u00e3o depende apenas de desempenho t\u00e9cnico. A confian\u00e7a dos usu\u00e1rios, clientes e demais partes interessadas ser\u00e1 um fator decisivo para a aceita\u00e7\u00e3o de novos produtos e servi\u00e7os baseados em intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p>No Brasil, 95% dos executivos acreditam que a confian\u00e7a dos clientes na IA utilizada pelas empresas ser\u00e1 determinante para o sucesso de novas ofertas. Esse dado refor\u00e7a uma mudan\u00e7a importante: n\u00e3o basta usar IA nos bastidores; ser\u00e1 necess\u00e1rio explicar, governar e demonstrar responsabilidade no uso da tecnologia.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que sistemas de IA influenciam recomenda\u00e7\u00f5es, atendimento, an\u00e1lise de cr\u00e9dito, personaliza\u00e7\u00e3o, planejamento e automa\u00e7\u00e3o de processos, consumidores tendem a prestar mais aten\u00e7\u00e3o ao modo como seus dados s\u00e3o usados. A confian\u00e7a passa a depender de fatores como transpar\u00eancia, seguran\u00e7a, consist\u00eancia e possibilidade de revis\u00e3o.<\/p>\n<h3>Como a governan\u00e7a sustenta a confian\u00e7a<\/h3>\n<p>Para empresas, confian\u00e7a em IA n\u00e3o deve ser tratada como uma camada de comunica\u00e7\u00e3o adicionada no fim do processo. Ela precisa estar ligada \u00e0 governan\u00e7a desde o desenho da solu\u00e7\u00e3o. Isso inclui avaliar qualidade dos dados, definir responsabilidades, monitorar resultados e estabelecer limites para a automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando clientes percebem que a empresa usa IA de forma pouco clara ou sem controle, a ado\u00e7\u00e3o pode encontrar resist\u00eancia. Por outro lado, quando h\u00e1 pr\u00e1ticas bem definidas, a tecnologia tende a ser percebida como um apoio \u00e0 experi\u00eancia, e n\u00e3o como uma caixa-preta dif\u00edcil de contestar.<\/p>\n<p>Esse ponto tamb\u00e9m se conecta \u00e0 soberania. Quanto mais controle a organiza\u00e7\u00e3o tem sobre seus modelos, dados e processos, maior tende a ser sua capacidade de explicar decis\u00f5es, corrigir falhas e responder a questionamentos. Em um ambiente de maior exig\u00eancia, confian\u00e7a e governan\u00e7a caminham juntas.<\/p>\n<h2>5. Ecossistemas de parceiros aceleram inova\u00e7\u00e3o e reduzem riscos<\/h2>\n<p>O estudo tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia dos ecossistemas de parceiros. Em vez de tentar resolver todos os desafios de forma isolada, empresas passam a buscar colabora\u00e7\u00e3o com fornecedores, especialistas, plataformas e outros atores capazes de acelerar ado\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e reduzir exposi\u00e7\u00e3o a disrup\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No Brasil, 69% dos executivos afirmam que a atua\u00e7\u00e3o em ecossistemas contribui para acelerar a incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias. Al\u00e9m disso, 89% dizem que parceiros ajudam a mitigar o impacto de disrup\u00e7\u00f5es. Esses n\u00fameros mostram que colabora\u00e7\u00e3o deixou de ser apenas uma estrat\u00e9gia de expans\u00e3o e passou a funcionar como mecanismo de resili\u00eancia.<\/p>\n<p>A complexidade da IA ajuda a explicar esse movimento. Desenvolver, integrar e governar solu\u00e7\u00f5es inteligentes exige compet\u00eancias variadas: dados, infraestrutura, seguran\u00e7a, arquitetura, gest\u00e3o de processos, conformidade e experi\u00eancia do usu\u00e1rio. Raramente uma \u00fanica organiza\u00e7\u00e3o domina todos esses pontos com a mesma profundidade.<\/p>\n<h3>Dados compartilhados ampliam capacidade de resposta<\/h3>\n<p>Outro dado relevante \u00e9 que 78% dos l\u00edderes entrevistados afirmam que os dados compartilhados por parceiros do ecossistema contribuem diretamente para a melhoria dos resultados de neg\u00f3cio. Isso indica que a colabora\u00e7\u00e3o n\u00e3o se limita ao acesso a tecnologia, mas envolve tamb\u00e9m intelig\u00eancia distribu\u00edda.<\/p>\n<p>Quando bem governados, dados de parceiros podem ajudar empresas a enxergar tend\u00eancias, antecipar riscos e adaptar opera\u00e7\u00f5es. No entanto, esse compartilhamento precisa respeitar regras claras de seguran\u00e7a, privacidade e finalidade. Sem governan\u00e7a, a colabora\u00e7\u00e3o pode gerar riscos adicionais.<\/p>\n<p>O desafio para 2026 ser\u00e1 construir ecossistemas com equil\u00edbrio entre abertura e controle. Empresas precisar\u00e3o colaborar para inovar mais r\u00e1pido, mas sem perder visibilidade sobre dados, responsabilidades e depend\u00eancias. Essa combina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 especialmente importante para organiza\u00e7\u00f5es que pretendem escalar o uso de IA em processos sens\u00edveis.<\/p>\n<h2>O impacto das tend\u00eancias na gest\u00e3o empresarial<\/h2>\n<p>As cinco tend\u00eancias apontam para uma mudan\u00e7a maior na forma como empresas organizam suas estrat\u00e9gias. A IA deixa de ser vista como uma iniciativa isolada de tecnologia e passa a influenciar decis\u00f5es sobre estrutura operacional, governan\u00e7a, risco, relacionamento com clientes e parcerias.<\/p>\n<p>Esse movimento exige que lideran\u00e7as fa\u00e7am perguntas mais objetivas. Quais decis\u00f5es podem ser apoiadas por agentes de IA? Quais dados est\u00e3o prontos para uso? Quais processos precisam operar em tempo real? Quais depend\u00eancias tecnol\u00f3gicas representam risco? Como clientes ser\u00e3o informados sobre o uso de IA?<\/p>\n<p>A resposta a essas perguntas tende a variar conforme setor, porte e maturidade digital. Ainda assim, o estudo mostra que a dire\u00e7\u00e3o \u00e9 clara: organiza\u00e7\u00f5es precisar\u00e3o combinar velocidade com controle. A busca por agilidade n\u00e3o pode ignorar confian\u00e7a, soberania e governan\u00e7a.<\/p>\n<p>Para empresas brasileiras, o alto n\u00edvel de otimismo entre executivos sugere disposi\u00e7\u00e3o para avan\u00e7ar. Mas os dados tamb\u00e9m mostram press\u00e3o por adapta\u00e7\u00e3o. A vantagem competitiva depender\u00e1 menos de iniciativas pontuais e mais da capacidade de integrar IA ao modo como a organiza\u00e7\u00e3o decide, aprende e se relaciona com seu ecossistema.<\/p>\n<h2>Principais pontos para acompanhar em 2026<\/h2>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Tend\u00eancia<\/th>\n<th>O que observar nas empresas<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>IA ag\u00eantica<\/td>\n<td>Agentes com maior autonomia apoiando decis\u00f5es, processos e realoca\u00e7\u00e3o de recursos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Tempo real<\/td>\n<td>Estruturas decis\u00f3rias mais r\u00e1pidas, orientadas por dados e menos dependentes de processos lentos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Soberania de IA<\/td>\n<td>Maior controle sobre dados, modelos, infraestrutura e depend\u00eancias tecnol\u00f3gicas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Confian\u00e7a<\/td>\n<td>Clientes mais atentos ao uso respons\u00e1vel da IA em produtos, servi\u00e7os e intera\u00e7\u00f5es.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Ecossistemas<\/td>\n<td>Parcerias para acelerar inova\u00e7\u00e3o, compartilhar dados com governan\u00e7a e reduzir riscos de disrup\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>O avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial em 2026 deve favorecer empresas capazes de agir com rapidez sem abrir m\u00e3o de controle. Agentes aut\u00f4nomos, decis\u00f5es em tempo real, soberania tecnol\u00f3gica, confian\u00e7a e colabora\u00e7\u00e3o formam uma agenda integrada. O desafio ser\u00e1 transformar esses temas em pr\u00e1ticas consistentes, conectadas \u00e0 estrat\u00e9gia e sustentadas por governan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo do IBM Institute for Business Value mostra como agentes de IA, decis\u00f5es em tempo real, soberania tecnol\u00f3gica e ecossistemas devem influenciar a competitividade empresarial. A intelig\u00eancia artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar parte da estrutura de decis\u00e3o das empresas. 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